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História dos Orixás: Oxum, Nanã e Xangô Ayrá

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Oração para Oxum: Prosperidade e Proteção

Oração para Oxum: Prosperidade e Proteção
Oração para Oxum: Prosperidade e Proteção

Salve Oxum, dourada senhora da pele de ouro, bendita são tuas águas que lavam meu ser e me livram do mal. Oxum, divina rainha, bela orixá, venha a mim, caminhando na lua cheia, trazendo em suas mãos os lírios do amor de paz. Torna-me doce, suave e sedutor como tua és.

Oh! mamãe Oxum, proteja-me, faça que o amor seja constante em minha vida, e que eu possa amar toda a criação de Olorum. Proteja-me de todas as mandingas e feitiçarias. Dai-me o néctar de sua doçura e que eu consiga tudo o que desejo: a serenidade para agir de forma consciente e equilibrada.

Que eu seja como suas águas doces que seguem desbravadoras no curso dos rios, entrecortando pedras e se precipitando as cachoeiras, sem parar nem ter como voltar a traz, apenas seguindo meu caminho. Purifique minha alma e meu corpo com suas lágrimas de alento. Inunda-me com sua beleza, sua bondade e seu amor, enchendo minha vida de prosperidade. Salve Oxum!”.

História de Nanã: a Orixá da Criação

Historia de Nanã: a Orixá da Criação
Historia de Nanã: a Orixá da Criação

Nanã é enfeitiçada por Oxalá

Nanã era rainha de um povo e sempre dominou o poder sobre a morte. Oxalá, desejando conquistar essa sabedoria, casou-se com ela. Porém na relação de ambos não havia amor, e por isso o Orixá tentou se aproximar dela, fazendo um feitiço para engravidar. A magia surtiu efeito, mas seu filho Omolu nasceu com horríveis problemas de pele. Pela sua vaidade, a Orixá abandonou o bebê na praia e depois de muito sofrer, Yemanjá o encontrou e o criou como se fosse seu próprio filho. Ao saber do ocorrido, Oxalá castigou Nanã, a condenando a ter mais filhos com anomalias. Ela foi expulsa do território divino e obrigada a viver em um pântano escuro.

Oxalá entra nos domínios de Nanã

Conta-se que para punir pessoas que cometiam crimes, Nanã invocava Eguns para assustar os criminosos. Oxalá sabendo desse poder, decidiu enfeitiçá-la com uma poção do amor para que pudesse se casar com ela e assim descobrir como era feita a invocação desses espíritos. O feitiço funcionou, e a Orixá Nanã se apaixonou por Oxalá. Ele descobriu como entrar no Jardim dos Mortos vendo um dos rituais de invocação dela. Pouco tempo depois, vestido como Nanã, Oxalá foi até o Jardim e ordenou que os Eguns obedecessem ao homem que vivia com ela. A partir de então, Oxalá passou a liderar os Eguns e até hoje somente homens fazem o Culto dos Egungun.

História de Ayrá

Historia do Ayrá: O Orixá dos ventos e estabelecedor da paz
Historia do Ayrá: O Orixá dos ventos e estabelecedor da paz

O principal mito de Airá está relacionado a Xangô e Oxalá.

Quando Oxalá permaneceu preso por engano no território de seu filho Xangô, o caos reinou na Terra por 7 anos e o Orixá Pai ficou cabisbaixo e desanimado. Ao saber do acontecido, Xangô o libertou e realizou grandes festas para encher novamente o peito dele de alegrias. Mas de nada adiantou, pois as dores que Oxalá sentia em seu corpo e peito eram muito profundas para serem curadas com os eventos, e seu maior desejo no momento era retornar a Ifé e encontrar sua esposa Iemanjá.

Como Xangô precisava reorganizar o reino após os anos de calamidade, ele não poderia acompanhar o pai debilitado, então solicitou a Ayrá que fizesse isso por ele.

Esse retorno foi uma viagem muito cansativa e longa, e Oxalufã estava muito debilitado após o confinamento de 7 anos, então precisava andar vagarosamente. Em alguns momentos Ayrá o carregava em suas costas para ajudá-lo a chegar logo aonde tanto desejava. Assim, neste momento os dois se tornaram grandes companheiros e Ayrá aprendeu como estabelecer a paz que Oxalá tanto sonhava.

A relação dos dois passou a ser como de pai e filho. Durante a caminhada, Oxalá tinha a necessidade de descansar durante as noites, pois além do corpo cansado ele sentia muito frio. Para aquecê-lo, Ayrá acendia uma fogueira e para diminuir a tristeza em seu coração, ele contava histórias felizes e engraçadas sobre os habitantes de Oyó.

Devido a tamanha dedicação, Oxalá passou a favorecer Ayrá e permitiu que ele o acompanhasse por toda a existência. Algumas lendas contam ainda que Airá falou muito mal de Xangô durante a caminhada, procurando uma forma de causar discórdia entre o pai e o filho, outros mitos afirmam que Xangô não gosta de Airá por ele ter ciúmes da consideração que Oxalá tem por ele.

                   

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